O The Who postou uma versão especial para o ‘single’ “5.15”, do clássico álbum “Quadrophenia” na internet. O lançamento da faixa marca o 38º aniversário de lançamento do LP. O disco é emblemático e retrata os conflitos entre os grupos jovens dos mods contra os rockers, que abalaram Londres na metade da década de 1960.
“Quadrophenia: The Director’s Cut (Super Deluxe Edition Box Set)” traz o álbum original remasterizado, uma série de faixas inéditas e as demos do disco, um DVD, livreto com capa dura e cards em tamanho grande. O disco foi relançado também em seu formato original, em vinil duplo.
“Eu diria que fizemos somente três álbuns marcantes: “Tommy”, “Who’s Next” e “Quadrophenia”. Sempre achei que esse foi o último grande álbum do The Who”, afirmou Pete Townshend, guitarrista da banda.
Páginas
Pesquisar no Blog
Mostrando postagens com marcador Notas musicais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Notas musicais. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Acidentes Musicais
Bom, para quem está começando à aprender à tocar violão é comum não se preocupar com a teoria de começo. Geralmente a pessoa já quer sair tocando alguam música, o que não é problema nenhum e mesmo sem teoria, pela prática de decorar, todo mundo é capaz de tocar algumas músicas no violão. Mas se eu pegar a parte teórica junto, fica tudo mais fácil.
Para não ficar muitos buracos em seu estudo, lembrando que aqui postamos materiais avulsos, resolvemos colocar uma breve explicação sobre notas musicais e acidentes musicais no braço do violão. Espero que seja de utilidade!
Outra coisa que gostaria de falar antes de começar o estudo é que todos tem que partir de algum lugar para poder aprender, eu sei que existe E#, B#, Cb e Fb, no entanto, para esse estudo em específico, não colocarei nada sobre essas notas, então, para efeitos de estudo, dessa matéria, vamos supor que não haja, tudo bem?
Flavio de Oliveira
Você já conhece a ordem das notas musicais, que nada mais é do que a escala maior de C (dó).
Dó - Ré - Mí - Fá - Sol - Lá - Si
C D E F G A B
Agora, vamos adcionar os acidentes musicais que são o Sustenido e o Bemol:
# - SustenidoO sustenido aumenta a nota em meio tom.
EX: C + # = C#Ordem das notas com sustenido:C – C# - D – D# - E – F – F# - G – G# - A – A# - B - C
B - Bemol
O bemol diminui a nota em meio tom.
EX: D + b = Db
Ordem das notas com bemol:
C – Db – D – Eb – E – F – Gb – G – Ab – A – Bb – B – C
O bemol diminui a nota em meio tom.
EX: D + b = Db
Ordem das notas com bemol:
C – Db – D – Eb – E – F – Gb – G – Ab – A – Bb – B – C
Aqui nós podemos perceber que algumas notas com sustenido e bemol recebem nomes diferentes. São elas:
C# = Db / D# = Eb / F# = Gb / G# = Ab / A# = Bb
Nós podemos perceber que algumas notas não tem sustenido, são elas:
E e B
E também há algumas notas sem bemol, são elas:
F e C
Braço do violão ou da guitarra com sustenidos:C# = Db / D# = Eb / F# = Gb / G# = Ab / A# = Bb
Nós podemos perceber que algumas notas não tem sustenido, são elas:
E e B
E também há algumas notas sem bemol, são elas:
F e C
Cada nota vale 1/2 tom (ou semiton) e cada casa do braço também.
Se tocarmos a corda 6E (mí grave) e formos caminhando para a direita de casa em casa, estaremos subindo de 1/2 em 1/2 tom. Logo, você pode acompanhar no desenho acima, a corda 6E, que seria a corda de baixo segue com as notas E - F - F# - G -G# ...
Se tocarmos a corda 6E (mí grave) e formos caminhando para a direita de casa em casa, estaremos subindo de 1/2 em 1/2 tom. Logo, você pode acompanhar no desenho acima, a corda 6E, que seria a corda de baixo segue com as notas E - F - F# - G -G# ...
Para ficar mais fácil de pensar, por exemplo, pense em quem não tem sustenido, E e B. Logo se partirmos de C haverá: C C# D D# E F...
se partirmos de A, por exemplo, teremos: A A# B C C # D D#...
Entendeu?
A mesma coisa com os bemóis. Quem não tem bemól? C e F
Logo partindo de C (dó) temos: C B Bb A Ab G Gb...
Partindo de F temos: F E Eb D Db C B...
Logo partindo de C (dó) temos: C B Bb A Ab G Gb...
Partindo de F temos: F E Eb D Db C B...
E agora, entendeu?
Espero que tenha ficado claro para todos. Logo mais matérias! Aquele abraço!
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Descubra um pouco mais sobre as notas musicais
O que é nota musical?
O som, fisicamente, é uma onda (ou conjunto de ondas) que se propaga em um meio material, como o ar, com uma certa freqüência, sendo que se essas ondas estiverem com a freqüência na faixa de 20 a 20.000 Hz, o ouvido humano será capaz de vibrar à mesma proporção, captando essa informação e produzindo sensações neurais, às quais o ser humano dá o nome de som. As ondas com freqüência bem baixa (entre 20 e 100 Hz por exemplo, soam em nossos ouvidos de forma grave, e sons com freqüência elevada - por exemplo acima de 400 Hz, soam de forma aguda).
Origem do nome das notas musicais como conhecemos hoje.
O nome das notas (dó, ré, mi, fá, sol, lá, si) tem a sua origem na música coral medieval. Foi Guido d'Arezzo, um monge italiano, que criou este sistema de nomear as notas musicais - o chamado sistema de solmização. Seis das sílabas foram tiradas das primeiras seis frases do texto de um hino a São João Baptista, em que cada frase era cantada um grau acima na escala. As frases iniciais do texto, escrito por Paolo Diacono, eram:
Ut queant laxis,
Resonare fibris,
Mira gestorum,
Famuli tuorum,
Solve polluti,
Labii reatum.
Tradução: "Para que os teus servos possam cantar as maravilhas dos teus actos admiráveis, absolve as faltas dos seus lábios impuros".
Mais tarde ut foi substituído por do, sugestão feita por Giovanni Battista Doni, um músico italiano que achava a sílaba incômoda para o solfejo, e foi adicionada a sílaba si, como abreviação de Sante Iohannes ("São João"). A sílaba sol chegou a ser mais tarde encurtada para so, para uniformizar todas as sílabas de modo a terminarem todas por uma vogal, mas a mudança logo foi revertida.
As sílabas ut, ré, mi, fa, sol e la, chamadas vozes, não correspondiam a alturas absolutas na escala, mas apenas a graus num hexacorde. A altura das notas era designada por letras de A a G. A partir de um trecho escrito num modo eclesiástico qualquer, podia-se transpô-lo de uma quarta, quinta ou oitava sem modificar nenhuma das vozes sobre as quais o trecho seria cantado. Uma sequência ré-mi-fa transposta de uma quarta continuava a ser considerada ré-mi-fa, na solmização, e não sol-lá-si bemol como no sistema actual, embora fosse designada por G-A-Bb em vez de D-E-F. Mais tarde, nos países latinos, adoptou-se a designação "dó ré mi fá sol lá si" para representar "C D E F G A B".
![]() |
| Diferentes formas das notas para representar as durações |
Nota musical é um termo empregado para designar o elemento mínimo de um som, formado por um único modo de vibração do ar. Sendo assim, a cada nota corresponde uma duração e está associada uma freqüência, cuja unidade mais utilizada é o claves (cl), a qual descreverá em termos físicos se a nota é mais grave ou mais aguda.
O som, fisicamente, é uma onda (ou conjunto de ondas) que se propaga em um meio material, como o ar, com uma certa freqüência, sendo que se essas ondas estiverem com a freqüência na faixa de 20 a 20.000 Hz, o ouvido humano será capaz de vibrar à mesma proporção, captando essa informação e produzindo sensações neurais, às quais o ser humano dá o nome de som. As ondas com freqüência bem baixa (entre 20 e 100 Hz por exemplo, soam em nossos ouvidos de forma grave, e sons com freqüência elevada - por exemplo acima de 400 Hz, soam de forma aguda).
As claves propagam-se em intervalos definidos de tempo que as notas tem capacidade de sugerir, podendo ser mais longas (maior duração) ou mais curtas (menor duração). A grande maioria das notas empregadas na música possui duração e frequência determinadas, mesmo assim, existem notas indeterminadas em um, ou nos dois sentidos, o que não as faz deixar de serem também notas musicais.
As pautas podem combinar-se sendo tocadas ao mesmo tempo (definindo a harmonia), ou em seqüência (definindo a melodia), e se esses fatores, junto a alguns outros, forem combinados dentro de um determinado padrão lógico pelo intelecto humano, na forma de arte, dá-se a essa seqüência o nome de música.
Origem do nome das notas musicais como conhecemos hoje.
O nome das notas (dó, ré, mi, fá, sol, lá, si) tem a sua origem na música coral medieval. Foi Guido d'Arezzo, um monge italiano, que criou este sistema de nomear as notas musicais - o chamado sistema de solmização. Seis das sílabas foram tiradas das primeiras seis frases do texto de um hino a São João Baptista, em que cada frase era cantada um grau acima na escala. As frases iniciais do texto, escrito por Paolo Diacono, eram:
Ut queant laxis,
Resonare fibris,
Mira gestorum,
Famuli tuorum,
Solve polluti,
Labii reatum.
Tradução: "Para que os teus servos possam cantar as maravilhas dos teus actos admiráveis, absolve as faltas dos seus lábios impuros".
Mais tarde ut foi substituído por do, sugestão feita por Giovanni Battista Doni, um músico italiano que achava a sílaba incômoda para o solfejo, e foi adicionada a sílaba si, como abreviação de Sante Iohannes ("São João"). A sílaba sol chegou a ser mais tarde encurtada para so, para uniformizar todas as sílabas de modo a terminarem todas por uma vogal, mas a mudança logo foi revertida.
As sílabas ut, ré, mi, fa, sol e la, chamadas vozes, não correspondiam a alturas absolutas na escala, mas apenas a graus num hexacorde. A altura das notas era designada por letras de A a G. A partir de um trecho escrito num modo eclesiástico qualquer, podia-se transpô-lo de uma quarta, quinta ou oitava sem modificar nenhuma das vozes sobre as quais o trecho seria cantado. Uma sequência ré-mi-fa transposta de uma quarta continuava a ser considerada ré-mi-fa, na solmização, e não sol-lá-si bemol como no sistema actual, embora fosse designada por G-A-Bb em vez de D-E-F. Mais tarde, nos países latinos, adoptou-se a designação "dó ré mi fá sol lá si" para representar "C D E F G A B".
Assinar:
Postagens (Atom)








